* El Palacio de La Papa Frita * Conheci esse restaurante quando visitei Buenos Aires com minha mãe, no começo do ano passado. Ela queria rever alguns lugares que visitara com meu pai, na lua de mel deles, em 1979. Depois disso, voltei algumas vezes ao restaurante e todas foram muito boas. É um lugar desses com cara de churrascaria, com grandes mesas familiares, velhinhos e gente do bairro. O ponto alto, na minha opinião, são as papas soufflé, uma batata frita “estufada”, deliciosa. As carnes são ótimas e ouso dizer que servem bem duas pessoas que não sejam famintas. O bife de chorizo e o ojo de bife são excelentes. Um almoço sai por volta de 60 pesos por pessoa, sem vinho. Vale visitar. (Laprida, 1399 / outros endereços) *por Julia Caiuby


*Teatro Colon de graça*  Em quase todos os domingo, às 11h, até o fim do ano, o Teatro Colón abre suas portas para concertos gratuitos! É recomendável pegar as entradas com 48 horas de antecedência (as bilheterias ficam abertas das 10h às 20h).  O Teatro fica na Cerrito 628, no centro de Buenos Aires. Quando for pegar seu ingresso, aproveite para fazer um tour guiado e entender todas as influências arquitetônicas do teatro mais famoso dessa cidade. Abaixo seguem todos os concertos gratuitos:

*15/04 Camerata Bariloche

* 29/04 Camerata Bariloche

*13/ 05 Cuarteto Argentum

* 20/05 Homenaje a George Enescu (Con la soprano Carla Filipcic Holm y el
pianista Ira Levin como invitados!)

* 10/06 Capilla del Sol

* 24/06 Violonchelos Argentinos

* 15/07 Cuarteto Petrus

* 12/08 Opus Trío

* 19/08 Trío Alberto Williams

* 09/09 Quinteto Filarmónico

* 30/09 Coro Nacional de Niños

* 07/10 Ensamble de Percusión

* 28/10 Jorge de la Vega y Quinteto de cuerdas

* 11/11 Ensamble Instrumental de Buenos Aires

* 18/11 Cuarteto Gianneo

* 02/12 Estudio Coral de Buenos Aires

* 09/12 Coro de niños del Teatro Colón y Orquesta Académica del ISA 

Para maiores informações: http://www.teatrocolon.org.ar

*por Julia Caiuby / fotos: internet


*BAFICI* De 11 a 22 de abril, acontece o Festival Internacional de Cinema Independente em Buenos Aires. Esse ano teremos o filme argentino ” El último Elvis” como anfitrião do festival! Durante esses 10 dias é possível assistir filmes de todos os cantos a preços muito acessíveis ( os ingressos estão por volta de 15 pesos). Para a programação completa, dê uma olhada no site oficial do BAFICI ( mesmo que eu não que ache os sites argentinos ajudam muito na hora de dar informações). *por Julia Caiuby

*BAFICI* De 11 a 22 de abril, acontece o Festival Internacional de Cinema Independente em Buenos Aires. Esse ano teremos o filme argentino ” El último Elvis” como anfitrião do festival! Durante esses 10 dias é possível assistir filmes de todos os cantos a preços muito acessíveis ( os ingressos estão por volta de 15 pesos). Para a programação completa, dê uma olhada no site oficial do BAFICI ( mesmo que eu não que ache os sites argentinos ajudam muito na hora de dar informações). *por Julia Caiuby


*878*  No número 878 da rua Thames se esconde um bar super charmoso, descolado e ótimo para passar uma boa noite.  Com climão de paquera, luzes baixas, pé direito alto, o Bar 878 tem seu ponto forte nos drinks especiais, mas não deixa de lado uma carta de vinhos extensas e vários comes para acompanhar a noitada. Música no tom adequado para conversar com os amigos e um preço não muito exorbitante, deixam o lugar ainda mais agradável. Vale uma chegada nesse bar, só tomem cuidado para não passarem reto pela porta de entrada. Bar 878, na Thames,878! *por Julia Caiuby / foto: Julia Caiuby 

*878*  No número 878 da rua Thames se esconde um bar super charmoso, descolado e ótimo para passar uma boa noite.  Com climão de paquera, luzes baixas, pé direito alto, o Bar 878 tem seu ponto forte nos drinks especiais, mas não deixa de lado uma carta de vinhos extensas e vários comes para acompanhar a noitada. Música no tom adequado para conversar com os amigos e um preço não muito exorbitante, deixam o lugar ainda mais agradável. Vale uma chegada nesse bar, só tomem cuidado para não passarem reto pela porta de entrada. Bar 878, na Thames,878! *por Julia Caiuby / foto: Julia Caiuby 


*Si, tenemos carnaval!* Erro meu imaginar que depois de tudo que vi nessas terras hermanas, não existiria por aqui nada de carnaval para poder festejar. Pelo contrário, os argentinos tem uma festa muito parecida com a nossa - sem tanta magnitude - em Entre Ríos, província de Gualeguaychú. Graciosamente chamado de Carnaval del País, eles tem avenida, bateria, carros alegóricos, “samba” e até passistas (pelos vídeo dá pra perceber que eles andam precisando de umas aulinhas de samba por aqui). Você pode saber mais sobre a programação aqui: Carnaval del Pais. Olha só o samba no pé: vídeo 1 ou vídeo 2.
Para quem fica em Buenos Aires, por aqui rolam alguns “blocos” de carnaval pelas ruas, em cada bairro. Desde do dia 4 de fevereiro a programação já está ativa. E depois dizem que brasileiro é que gosta de carnaval! Nesse próximo final de semana, muita coisa deve acontecer na cidade e, como bons apreciadores de feriado, dois dias a mais de festas não será ruim. Para ver a programação: Carnaval en Buenos Aires.
Uma curiosidade: esse é o primeiro ano depois da ditadura em que o carnaval volta a ser feriado. Até então, era uma simples data no calendário argentino. Por isso devemos esperar muita festa durante a semana toda. * Por Julia Caiuby

*Si, tenemos carnaval!* Erro meu imaginar que depois de tudo que vi nessas terras hermanas, não existiria por aqui nada de carnaval para poder festejar. Pelo contrário, os argentinos tem uma festa muito parecida com a nossa - sem tanta magnitude - em Entre Ríos, província de Gualeguaychú. Graciosamente chamado de Carnaval del País, eles tem avenida, bateria, carros alegóricos, “samba” e até passistas (pelos vídeo dá pra perceber que eles andam precisando de umas aulinhas de samba por aqui). Você pode saber mais sobre a programação aqui: Carnaval del Pais. Olha só o samba no pé: vídeo 1 ou vídeo 2.

Para quem fica em Buenos Aires, por aqui rolam alguns “blocos” de carnaval pelas ruas, em cada bairro. Desde do dia 4 de fevereiro a programação já está ativa. E depois dizem que brasileiro é que gosta de carnaval! Nesse próximo final de semana, muita coisa deve acontecer na cidade e, como bons apreciadores de feriado, dois dias a mais de festas não será ruim. Para ver a programação: Carnaval en Buenos Aires.

Uma curiosidade: esse é o primeiro ano depois da ditadura em que o carnaval volta a ser feriado. Até então, era uma simples data no calendário argentino. Por isso devemos esperar muita festa durante a semana toda. * Por Julia Caiuby


*Che, Boludo!* Calma, eu não virei portenha de vez. Esse é o nome do livro de James Bracken, muito do divertido. É um guia de gírias e expressões argentinas para gringos. Não custa muito e pode te dar boas risadas! Até as ilustrações são fiéis as expressões do pessoal daqui. O autor primeiro traduz tudo ao pé da letra e depois dá o significado real. Vale cada centavo e é um bom presente pra qualquer pessoa que se interesse pela cultura daqui, sem dúvida! *por Julia Caiuby/ foto: Julia Caiuby

*Che, Boludo!* Calma, eu não virei portenha de vez. Esse é o nome do livro de James Bracken, muito do divertido. É um guia de gírias e expressões argentinas para gringos. Não custa muito e pode te dar boas risadas! Até as ilustrações são fiéis as expressões do pessoal daqui. O autor primeiro traduz tudo ao pé da letra e depois dá o significado real. Vale cada centavo e é um bom presente pra qualquer pessoa que se interesse pela cultura daqui, sem dúvida! *por Julia Caiuby/ foto: Julia Caiuby


*Para os Amantes de papelarias* De volta a cidade e de volta aos passeios! Como boa amante de papelarias (estou mais para louca mesmo, porque por mim levaria tudo e mais um pouco), me encantei com a Papelera Palermo (Cabrera, 5227). Além de produtos habituais de papelarias, lá você pode encontrar uma variedade absurda de papéis para pintura, origamis, cadernos e regalos mais com a cara da argentina. Fiquei mais encantada ainda com os papéis de presente, que mais parecem tecidos de tão bonitos! Passem lá, vale a pena! *por Julia Caiuby/ fotos: Julia Caiuby


*Lima-Limão* O verão chegou com tudo por aqui. E com ele, a vontade de trocar todos os alfajores e doces de leite por doces mais refrescantes. Na Villa Crespo, um bairro próximo a Palermo e muito charmoso, fica o Café Crespin. Um café no estilo americano, meio vintage, com muffins, cupcakes, tortas e até saladas e sanduiches. Eu escolhi a torta de limão. (pausa). A melhor torta de limão que já experimentei na minha vida. Azedinha, massa no ponto certo e sem aquele monte de merengue em cima que só serve para deixar as tortas mais enjoativas. Vale cada centavo, cada garfada. Pra acompanhar, um café ou o iced tea natural de pêssego (delicioso e bem do jeitão americano). Fica na Calle Vera, 699 - bem próximo da região de outlets. *por Julia Caiuby / fotos: Julia Caiuby


*É verão, vamos falar de cerveja* Quando ouvimos falar em Argentina e cerveja, no que pensamos? Quilmes. Realmente a Quilmes é a cerveja mais barata e popular (junto com a Brahma), mas é uma péssima ceveja na minha humilde opinião. Não sou nem de perto uma grande conhecedora de cervejas, mas acho que todos os que viajam para esse país deveriam separar um momento para provarem toda a linha da cerveja Patagonia. São todas deliciosas e dou destaque a Weisse, que foi a que mais gostei. Provem e me digam se a Quilmes continua sendo uma boa escolha. *por Julia Caiuby

*É verão, vamos falar de cerveja* Quando ouvimos falar em Argentina e cerveja, no que pensamos? Quilmes. Realmente a Quilmes é a cerveja mais barata e popular (junto com a Brahma), mas é uma péssima ceveja na minha humilde opinião. Não sou nem de perto uma grande conhecedora de cervejas, mas acho que todos os que viajam para esse país deveriam separar um momento para provarem toda a linha da cerveja Patagonia. São todas deliciosas e dou destaque a Weisse, que foi a que mais gostei. Provem e me digam se a Quilmes continua sendo uma boa escolha. *por Julia Caiuby


* Yes, tenemos Cobal* Não, bincadeira, em Buenos Aires não existe nenhum Cobal como no Rio de Janeiro. Mas outro dia pude descobrir um lugar que se assemelha um pouco ao que os brasileiros buscam quando procuram um boteco para tomar cerveja. Como já disse, tomar cerveja em bares é um programa caro a se fazer em Buenos Aires. Mas, de vez em quando, não faz mal a ninguém. O Paseo Del Sol é uma espécie de galeria a céu aberto com dezenas de bares, dos mais variados tipos. Fica lotado pela noite e aberto até o sol raiar. Fica na Beirutti 3336, em Palermo, próximo ao shopping Alto Palermo. É uma ótima pedida pra viver um pouquinho da cultura de bar portenha e aproveitar o clima de boteco. *por Julia Caiuby 

* Yes, tenemos Cobal* Não, bincadeira, em Buenos Aires não existe nenhum Cobal como no Rio de Janeiro. Mas outro dia pude descobrir um lugar que se assemelha um pouco ao que os brasileiros buscam quando procuram um boteco para tomar cerveja. Como já disse, tomar cerveja em bares é um programa caro a se fazer em Buenos Aires. Mas, de vez em quando, não faz mal a ninguém. O Paseo Del Sol é uma espécie de galeria a céu aberto com dezenas de bares, dos mais variados tipos. Fica lotado pela noite e aberto até o sol raiar. Fica na Beirutti 3336, em Palermo, próximo ao shopping Alto Palermo. É uma ótima pedida pra viver um pouquinho da cultura de bar portenha e aproveitar o clima de boteco. *por Julia Caiuby 


*Madres de Mayo* Antes de vir morar na Argentina, uma das coisas que mais me encantava (e encanta) eram as imagens das Madres de Mayo. A ditadura daqui foi mais duradora e mais violenta. E mesmo assim, o grupo das Madres de Mayo há 34 anos percorre o mesmo caminho, cantando suas dores e indignações. Esse vídeo é resultado de um dia acompanhando essas senhoras. E senhores. E crianças. E mulheres. E homens. Todos se juntaram as mães e continuam caminhando em círculos até que tenham respostas. *por Julia Caiuby / vídeo: Tassiana Resende, Julia Caiuby e Marcus Nascimento


*Bienvenido, calor* Estamos no começo de novembro e finalmente as ondas de calor começaram. Casacos de volta para a mala, saias e regatas para a prateleira. Vinho, só gelado. E o melhor: sorvete. Muito sorvete. Minha nova dica de helado é a Un’ Altra Volta, uma sorveteria típica daqui, frequentada pelos argentinos. Ela não é muito conhecida pelos turistas e talvez seja esse o segredo dos sorvetes deliciosos (além da tradição italiana no jeitinho de fazer a massa). Meu domingo foi de sorvete de café italiano, dos melhores que já tomei na minha vida. (Av. del Libertador,3060) *por Julia Caiuby/foto: Julia Caiuby

*Bienvenido, calor* Estamos no começo de novembro e finalmente as ondas de calor começaram. Casacos de volta para a mala, saias e regatas para a prateleira. Vinho, só gelado. E o melhor: sorvete. Muito sorvete. Minha nova dica de helado é a Un’ Altra Volta, uma sorveteria típica daqui, frequentada pelos argentinos. Ela não é muito conhecida pelos turistas e talvez seja esse o segredo dos sorvetes deliciosos (além da tradição italiana no jeitinho de fazer a massa). Meu domingo foi de sorvete de café italiano, dos melhores que já tomei na minha vida. (Av. del Libertador,3060) *por Julia Caiuby/foto: Julia Caiuby


*Jazz em Buenos Aires* Entre 1 e 6 de novembro acontecerá o Festival Internacional de Jazz de Buenos Aires. Com mais atrações locais do que internacionais, é uma boa chance de conhecer o jazz portenho. O ingresso varia entre 20 e 60 pesos, contando também com muitas atrações gratuitas. E o festival não apresenta apenas concertos! São oferecidos também worshops, debates, ciclos de cinema e jazz, entre outras coisas. Quem quiser saber mais sobre a programação, pode visitar o site oficial aqui. Ou assistir ao spot do Festival aqui. *por Julia Caiuby 

*Jazz em Buenos Aires* Entre 1 e 6 de novembro acontecerá o Festival Internacional de Jazz de Buenos Aires. Com mais atrações locais do que internacionais, é uma boa chance de conhecer o jazz portenho. O ingresso varia entre 20 e 60 pesos, contando também com muitas atrações gratuitas. E o festival não apresenta apenas concertos! São oferecidos também worshops, debates, ciclos de cinema e jazz, entre outras coisas. Quem quiser saber mais sobre a programação, pode visitar o site oficial aqui. Ou assistir ao spot do Festival aqui. *por Julia Caiuby 


*Desabafo ou Dicas de comportamento* Nós brasileiros temos a mania de achar que somos o povo mais simpático, receptivo e todas essa coisas boas do país do carnaval. Morando em Buenos Aires a apenas 3 meses e pouquinho, percebi que por aqui as coisas não são bem assim. E, não, não é porque os porteños não gostam de brasileiros. Pelo contrário, eles adoram os brasileiros e deixam a rixa apenas para o futebol. Digo isso porque tenho visto muitos brasileiros se portarem muito mal em um país que não é deles. Não sei bem se é por conta da valorização do real ou da facilidade de vir para cá. Aliás, não consigo encontrar explicação alguma. Só sei que qualquer pessoa que viaja a um país estrangeiro deve de antemão saber o mínimo do idioma a ser visitado. Começar uma frase com “Buenos dias” , “permiso” , “me puedes ayudar”  é um jeito muito mais simpático de começar do que sair logo falando em português com pessoas que não tem obrigação nenhuma de entender nosso idioma. E olha que eles, muitas vezes, se esforçam para entender. Quando você vai para os Estados Unidos você pede uma informação em português? Não. Pois então, queridos brasileiros, nos esforcemos um pouco e façamos jus a nossa fama. Aí vão algumas palavrinhas que podem ajudar:
Bom dia - buenos días
Por favor onde fica a rua … - por favor, donde és la calle ..
troco - cambio
desculpe, mas eu não falo espanhol - perdón pero yo no hablo español
obrigado - GRACIAS
quanto custa - cuanto sale / cuanto cuesta
Qualquer guia turístico desses que vende nos aeroportos ou bancas de jornal pode ajudar o brasileiro a ser um pouco mais humilde em solos portenhos. Não estou falando que todos devem ser fluentes em espanhol, mas que podemos nos esforçar um pouquinho, afinal, existe coisa mais legal do que aprender um pouco de cultura local em uma viagem? *por Julia Caiuby

*Desabafo ou Dicas de comportamento* Nós brasileiros temos a mania de achar que somos o povo mais simpático, receptivo e todas essa coisas boas do país do carnaval. Morando em Buenos Aires a apenas 3 meses e pouquinho, percebi que por aqui as coisas não são bem assim. E, não, não é porque os porteños não gostam de brasileiros. Pelo contrário, eles adoram os brasileiros e deixam a rixa apenas para o futebol. Digo isso porque tenho visto muitos brasileiros se portarem muito mal em um país que não é deles. Não sei bem se é por conta da valorização do real ou da facilidade de vir para cá. Aliás, não consigo encontrar explicação alguma. Só sei que qualquer pessoa que viaja a um país estrangeiro deve de antemão saber o mínimo do idioma a ser visitado. Começar uma frase com “Buenos dias” , “permiso” , “me puedes ayudar”  é um jeito muito mais simpático de começar do que sair logo falando em português com pessoas que não tem obrigação nenhuma de entender nosso idioma. E olha que eles, muitas vezes, se esforçam para entender. Quando você vai para os Estados Unidos você pede uma informação em português? Não. Pois então, queridos brasileiros, nos esforcemos um pouco e façamos jus a nossa fama. Aí vão algumas palavrinhas que podem ajudar:

Bom dia - buenos días

Por favor onde fica a rua … - por favor, donde és la calle ..

troco - cambio

desculpe, mas eu não falo espanhol - perdón pero yo no hablo español

obrigado - GRACIAS

quanto custa - cuanto sale / cuanto cuesta

Qualquer guia turístico desses que vende nos aeroportos ou bancas de jornal pode ajudar o brasileiro a ser um pouco mais humilde em solos portenhos. Não estou falando que todos devem ser fluentes em espanhol, mas que podemos nos esforçar um pouquinho, afinal, existe coisa mais legal do que aprender um pouco de cultura local em uma viagem? *por Julia Caiuby


*Barrio Chino* Vale a pena conhecer o Barrio Chino? Isso vai depender de quais são suas intenções. Se busca apenas um passeio, não acho tão válido. Quem conhece o bairro da Liberdade em São Paulo vai se decepcionar com o que eles chamam de bairro chinês. São algumas ruas com comércio de produtos orientais, restaurantes, tudo no meio de Belgrano, um outro bairro daqui. Pra quem procura comidas orientais mais em conta, vale a pena. Realmente a oferta de restaurantes típicos é muito mais interessante do que no resto de Buenos Aires. Talvez a única coisa que diferencie esse bairro de qualquer outro, seja o Arco chinês, na rua Juramento com Arribeños. Dizem que as festas típicas são datas mais legais para visitar o bairro. *por Julia Caiuby / foto: Julia Caiuby

*Barrio Chino* Vale a pena conhecer o Barrio Chino? Isso vai depender de quais são suas intenções. Se busca apenas um passeio, não acho tão válido. Quem conhece o bairro da Liberdade em São Paulo vai se decepcionar com o que eles chamam de bairro chinês. São algumas ruas com comércio de produtos orientais, restaurantes, tudo no meio de Belgrano, um outro bairro daqui. Pra quem procura comidas orientais mais em conta, vale a pena. Realmente a oferta de restaurantes típicos é muito mais interessante do que no resto de Buenos Aires. Talvez a única coisa que diferencie esse bairro de qualquer outro, seja o Arco chinês, na rua Juramento com Arribeños. Dizem que as festas típicas são datas mais legais para visitar o bairro. *por Julia Caiuby / foto: Julia Caiuby